tratado de paz

Não sei bem o que foi esta semana. Foi toda uma miscelânia de sentimentos, que se contrapuseram, que lutaram uns com os outros, para chegar a nenhum tratado de paz. Fico ou vou; gosto ou não gosto; quero ou não quero; continuo ou paro.

Fico. Finalmente tive a resposta que precisava para voltar à estabilidade que precisava cá.

Gosto. Muito, cada vez mais, delas, deles, de ter uma família que me acolhe, que me defende, que me protege, que me abraça quando dói mais.

Quero. Imenso, ficar até ao fim, viver tudo até ao fim, tranquilamente, ao meu ritmo, mas aproveitando cada bocadinho à minha maneira.

Parei. Não que queira, mas tem de ser. Porque mais tarde magoaria mais, porque mais tarde só ia ser pior. Mas tenho pena, tenho mesmo.

 

O tratado está feito, a paz há de se instalar de novo, quando a poeira assentar, quando o nevoeiro se for embora. E o melhor de tudo, é ver que continuo rodeada de pessoas que adoro, algumas aqui, os de sempre lá. Já tenho raízes. Esse é o primeiro passo.

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2 Respostas to “tratado de paz”

  1. O desejo de kk mãe é que os filhos sejam felizes com o menor número possível de dores, físicas ou da alma… e que quando estas aparecem, que desapareçam o mais depressa possível e sejam substituídas por mais e melhores momentos felizes. É o que espero que encontres, muitos momentos felizes…Beijinhos, muitos…e o Harry Potter vai esperar por ti, para um encontro em Dezembro…

  2. fica, gosta, quer! 🙂

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